Instruções aos Autores

A revista eletrônica  INFECTOLOGIA EM EVIDÊNCIA - Relatos de Casos (ISSN-2764-734X)  é uma iniciativa do Centro de Estudos Emilio Ribas atualmente editada pela Genius Design Comunicação e Marketing Digital, especializada em Open Journal System (OJS). 

Pede-se aos autores que sigam rigorosamente as normas editoriais da Revista descritas a seguir, particularmente no tocante ao número máximo de autores, palavras, tabelas e figuras permitidas, bem como às regras para elaboração das referências bibliográficas. A não observância das instruções redatoriais implicará na devolução do manuscrito pelos Editores para que os autores façam as correções pertinentes antes de submetê-lo aos revisores. 
Os artigos que não apresentem méritos, que contenham erros significativos de metodologia, ou que não se enquadrem na política editorial da Revista poderão ser rejeitados pelo Editor-Chefe e/ou Editores Associados, não cabendo recurso. 

1. APRESENTAÇÃO

A revista eletrônica  INFECTOLOGIA EM EVIDÊNCIA - Relatos de Casos  destina-se à publicação de relatos de casos envolvendo qualquer contexto da assistência à saúde numa interface explícita com a Infectologia propriamente dita e suas áreas correlatas. Séries de casos (mais de três) e outras formas de trabalhos científicos (estudos retro ou prospectivos, revisões de literatura etc.) não são candidatas e não serão aceitas para publicação na Revista, salvo decisão editorial em contrário. 

A motivação para relatar um caso de correção da experiência do profissional ao atender pacientes portadores de enfermidades raras ou de interesse acadêmico, quando existe um diagnóstico, quando surgem efeitos adversos ou complicações no tratamento, diante de procedimentos inovadores, ou mesmo no caso de doenças frequentes com evolução incomum, quando há dificuldades na sua condução e resolução clínica ou ainda que envolvam dilemas éticos, morais ou legais.

Os artigos serão publicados sempre em português e inglês, podendo ser escritos e direcionados pelos autores em qualquer um desses dois idiomas, preferencialmente na sua língua mãe - cabe à equipe de produção da Revista providenciar sua tradução ou versão, conforme o caso. Todo o processo de submissão, avaliação, editoração, tradução e publicação de artigos para a INFECTOLOGIA EM EVIDÊNCIA é procedimento totalmente gratuito para os autores e coautores, não havendo nenhuma taxa ou cobrança financeira dos mesmos, em qualquer momento do processo.

Os manuscritos e anexos pertinentes deverão ser exclusivamente enviados para submissão via eletrônica (online) através do site: http://infectologiaemevidencia.org/  assim como os demais documentos obrigatórios (Declaração para Cessão de Direitos e de Conflito de Interesses e aprovação ética da instituição de origem).

2. CRITÉRIOS DE AUTORIA

A inclusão de um autor em um manuscrito destinado à publicação só é justificada se ele contribuiu significativamente, do ponto de vista intelectual, para sua realização. Fica implícito que o autor participou em pelo menos uma das seguintes fases: 1) escolha e concepção do Relato de Caso propriamente aqui; 2) redação e/ou revisão da discussão frente à interpretação das evidências e confronto com a literatura científica; e 3) aprovação da versão final.

Os conceitos contidos nos manuscritos são de responsabilidade exclusiva dos autores, devendo os mesmos responder por todo e qualquer questionamento. 

A revista eletrônica  INFECTOLOGIA EM EVIDÊNCIA - Relatos de Casos  considera 6 (seis) o número máximo aceitável de autores. No caso de maior número de coautores, é necessário justificar o motivo através de carta enviada ao Editor-Chefe, dentre outros descrevendo a participação de cada autor no trabalho.

3. PREPARO PARA ENVIO 

O manuscrito principal do artigo deve ser anexado à plataforma de submissão da Revista em WORD (no formato .DOC ou .DOCX), com letra ARIAL tamanho 12 e parágrafos com espaço simples entre as linhas. Tabelas e Gráficos deverão ser incluídos neste mesmo e único arquivo em WORD (logo após as referências bibliográficas) e não como anexos no formato de imagens. Já as Imagens deverão ser anexadas individualmente no formato .JPEG ou .JPG, com a melhor resolução possível (veja a página Dicas sobre Imagens no  site  da Revista). As referências bibliográficas devem ser inseridas no texto principal E anexadas à parte, também em WORD. Eventuais outros documentos podem ser anexados nos formatos .DOC / .DOCX ou em .PDF.

A Tabela a seguir resume quais arquivos e documentos (e respectivos formatos) são necessários para a submissão de qualquer artigo através da plataforma de submissão da Revista:
 

ANEXO

Formato

Observações

Manuscrito

.doc
.docX

SEM IDENTIFICAÇÃO DO(S) AUTOR(ES) OU INSTITUIÇÃO(ÕES), sem o Resumo e sem os descritores

Tabelas e Gráficos

.doc
.docX

Inseridos no arquivo principal do Manuscrito,
após as Referências Bibliográficas,
devidamente legendados

Imagens

.jpeg
.jpg

Individualmente anexados, um a um,
em separado dos demais arquivos

Declaração para Cessão
de Direitos

.pdf
.jpeg
.jpg

Preenchida e assinada pelo Autor Principal

Declaração de Conflito
de Interesses

.pdf
.jpeg
.jpg

Preenchida e assinada pelo Autor Principal

Aprovação Ética Institucional

.pdf
.jpeg
.jpg

Parecer do sistema CEP/CONEP e ou documento similar se a origem do caso não for brasileira

Outros documentos

.doc
.docX
.pdf

por exemplo uma carta ao Editor-Chefe


3.1. IDENTIFICAÇÃO DO MANUSCRITO

A ferramenta de submissão online da Revista INFECTOLOGIA EM EVIDÊNCIA colhe as seguintes informações em separado: o título do trabalho (em português e inglês), nome completo (sem abreviações) e titulação do autor principal e coautores com respectivo número ORCID (disponível em https://orcid.org), instituição(ões) a que pertencem, endereço completo para contato com o autor principal (endereço, telefone e e-mail), nome do órgão financiador do trabalho (se houver) o resumo e/ou abstract acompanhado de pelo menos três descritores (keywords) além de "Relato de Caso". 

3.1.1. TÍTULO:
deve ser sucinto, descritivo e preciso, de preferência limitado a no máximo 15 palavras. Abreviações devem ser evitadas sempre que possível. Os títulos dos artigos não deverão incluir a expressão “Relato de Caso”, pois isto já está explícito na própria concepção e configuração da página eletrônica da Revista.

3.1.2. RESUMO:
deve ser curto, limitando-se a 200 palavras. Evitar abreviações ou referências. O resumo não deve ser estruturado, porém deve apresentar inicialmente a problemática principal (citando a justificativa e a importância do caso a ser relatado), seguida de uma rápida descrição do caso propriamente dito, as eventuais intervenções realizadas, sua respectiva evolução e os argumentos que evidenciam o impacto do caso apresentado.

3.1.3. DESCRITORES (KEYWORDS):
devem ser fornecidas de três a cinco palavras-chave (além do descritor "Relato de Caso") que definam o assunto do manuscrito tanto em português como em inglês, baseadas nos bancos de dados DeCS (Descritores em Ciências da Saúde, disponível em http://decs.bvs.br) para os termos em português e MeSH (Medical Subject Headings, disponível em https://www.nlm.nih.gov/mesh/meshhome.html) para os termos em inglês.

3.2. DECLARAÇÕES PARA CESSÃO DE DIREITOS E DE CONFLITO DE INTERESSES 

O autor principal deve imprimir os dois documentos disponíveis no site da Revista, completar e assinar o Formulário específico em nome de todos os demais coautores para depois digitalizá-lo e anexá-lo individualmente (em formato .pdf ou em .jpg) no sistema de submissão online da Revista.

A Cessão de Direitos assume que os autores são os legítimos detentores da titularidade inicial do Relato de Caso em questão, sem infringir qualquer direito autoral, marca registrada ou patente de terceiros. A sua cessão dos direitos autorais relativos a este artigo segue os termos da licença internacional 4.0 da Creative Commons Attribution, a qual permite ao usuário livremente ler, baixar, compartilhar e adaptar produções culturais e científicas, desde que citando o devido crédito aos autores e à publicação originais. No caso da Revista, todos os artigos aqui publicados presumem que esta licença é concedida sem que os autores precisem tomar ciência prévia, apoiar ou aprovar o uso de sua produção científica e ela jamais poderá ser revogada, desde que o usuário também respeite os seus termos.

A Cessão de Direitos também entende que os autores garantem que o respectivo Relato de Caso nunca foi publicado em outro veículo de comunicação ou periódico científico. Trabalhos apresentados em reuniões e/ou congressos científicos podem ser publicados na Revista INFECTOLOGIA EM EVIDÊNCIA, desde que não tenham sido publicados total ou parcialmente em seus Anais no formato de um artigo completo incluindo imagens, discussão e referências bibliográficas, ou que lhes tenha sido atribuído um registro DOI específico.

Quanto ao conflito de interesses, ele acontece quando o julgamento de um professional sobre um interesse primário (por exemplo a segurança do paciente ou a verdade científica) pode ser influenciado por algum outro interesse secundário (por exemplo um ganho financeiro ou prestígio pessoal). Caso exista algum conflito de interesses envolvendo os autores, ele precisa ser explicitado. Caso contrário, faz-se igualmente necessária uma declaração atestando a sua isenção.

3.3. APROVAÇÃO ÉTICA INSTITUCIONAL

A aprovação ética institucional para artigos brasileiros consiste no parecer oficial do Sistema Nacional de Ética em Pesquisa (antigo sistema CEP/CONEP ) com base na Lei Federal 14.874/24 e outras regulamentações específicas como a Carta Circular nº 166/2018 ou documento semelhante atestando a ciência e autorização por parte da instituição de origem no caso de trabalhos estrangeiros.

3.4. MANUSCRITO

3.4.1. Corpo do Texto:
 não deve ultrapassar 2.000 palavras (excluídos o título, o resumo, os descritores, as referências bibliográficas e as figuras). Sua estrutura deve ser composta por  Introdução, Relato do Caso, Discussão e Conclusão. 

Introdução  deve abordar o contexto do Relato do Caso com referência à literatura médica pertinente e fundamentada no seu interesse científico para publicação. A introdução deve idealmente não exceder mais do que dois parágrafos.

Quanto ao  Relato do Caso propriamente dito, sua redação deve ser objetiva, atentando-se à descrição dos fatos e mantendo-se constante até o desenvolvimento planejado pelo autor, sendo que qualquer informação que sugira a identificação do paciente deve ser suprimida. Recomenda-se  não citar as iniciais  do paciente  nem dados sensíveis como localização, datas precisas, local de atendimento etc para  proteger a privacidade e o sigilo do indivíduo retratado, bem como apresentar apenas dados relevantes para ilustrar o caso e enriquecer a discussão.
O texto deverá ser corrido, não subestruturado, fazendo com que a narrativa siga uma ordem cronológica e organizada, eliminando dados supérfluos, detalhes em excessos e informações confusas ou não confirmadas. Deve-se inicialmente caracterizar o paciente (sexo, idade, etnia e profissão, se pertinente) e sua história pregressa e/ou antecedentes (pessoais ou familiares), depois a história atual (queixa e duração), o exame físico (achados positivos - os negativos, apenas se estratégicos), os exames laboratoriais e de imagem (fazendo a chamada para as respectivas figuras), procedimentos realizados, tratamento etc. Por vezes um gráfico ilustrando uma linha do tempo pode facilitar o entendimento didático da sequência dos fatos relatados.
O prontuário médico do paciente (incluindo a evolução registrada pelos diversos profissionais que lhe prestaram assistência, resultados de exames, especificações de tratamentos etc.) costuma ser a principal fonte de informação num Relato de Caso, entretanto outras possibilidades também são permitidas (por exemplo, dados de cadernos administrativos e registros de entrevistas já ocorridas). 

Discussão  visa confrontar o Relato do Caso com exemplos semelhantes (ou distintos) descritos na literatura, citar pontos fortes e/ou limitações na condução do caso, listar hipóteses diagnósticas e/ou condutas e tratamentos alternativos de tal forma a culminar na Conclusão do artigo, ou seja, quais as principais lições que podem ser extraídas deste Relato.

Obs. 1:
 a identificação dos autores, instituição(ões), resumos e palavras-chave não devem ser incluídos / repetidos no arquivo “principal” do manuscrito. 

Obs. 2:
 com exceção das unidades de medidas habitualmente empregadas, siglas e abreviaturas devem ser evitadas ao máximo. Caso seja necessário utilizá-las, elas devem sempre ser definidas na primeira vez em que foram mencionadas, por exemplo: proteína C reativa (PCR). Após a definição da abreviatura, o termo completo não deverá mais ser reutilizado. 

Obs. 3:
 quando qualquer insumo ou equipamento comercial for mencionado no relato do caso, deverão ser fornecidos  os respectivos dados comerciais que explicitem o produto (nome do fabricante, país de origem), se for o caso. 

Obs. 4:
  se houver motivo para agradecimentos e colaborações que não justifiquem a inclusão destes colegas na coautoria do artigo, os mesmos deverão ser citados como último parágrafo do texto, após a Conclusão, em itálico. 

3.4.2. Citações bibliográficas no texto:
 devem ser numeradas com algarismos arábicos , na ordem em que foram citadas. O número da citação deve ser colocado ao final do texto, antes do ponto final da frase, sobrescrito e com um espaço entre a última palavra e o número. Deve-se evitar a menção de nomes de autores ao longo do texto, dando-se sempre preferência às citações enumeradas, apenas; caso isso não seja possível, insira o número da citação logo após a menção do autor, sem colocar o ano de publicação - exemplo: "segundo Lacaz et al. 5, o ambiente..." As citações sequenciais dos algarismos devem ser separadas com hífen e, em especificações intercaladas, separadas por vírgula, sem espaço entre os caracteres - exemplo: infectocontagiosas 2,5,6-9.

Transcrições completas de textos com até três linhas devem estar entre aspas, ficando o respectivo número da fonte  bibliográfica ao final do texto, seguindo as orientações acima. Citações com mais de três linhas devem ser transcritas em parágrafo específico, sem aspas, com recuo da margem esquerda de 4 cm, espaçamento simples e tamanho de fonte ligeiramente menor que o texto do artigo, seguido do número correspondente da citação.

3.4.3. Formatação das Referências Bibliográficas:
o limite máximo de referências bibliográficas é 20 (vinte). Devem ser indicadas apenas as referências utilizadas no texto.
Para todas as referências, devem ser citados no máximo seis autores - caso haja mais, deve-se acrescentar a expressão et al.

Os títulos dos periódicos citados devem ser abreviados de acordo com a lista Journals Indexed in Index Medicus divulgada pela National Library of Medicine, disponível no endereço  https://www.library.caltech.edu/journal-title-abbreviations.


A formatação das referências bibliográficas deve ser baseada no estilo Vancouver, conforme os exemplos abaixo.

Artigos Originais:
Melo FAF, Afiune JB, Ide Neto J, Almeida EA, Spada DTA, Antelmo ANL, et al. Aspectos epidemiológicos da tuberculose multirresistente em serviço de referência na cidade de São Paulo. Rev Soc Bras Med Trop 2003; 36:27-34.  https://doi.org/10.1590/S0037-86822003000100005  
Obs.: desde que disponível,  incluir sempre o endereço DOI.

Capítulos de livros:
Bethlem N, Bethlem EP, Ribeiro SN, Gerhardt Filho G, Silva JRL, Souza GRM, et al. Tuberculose. In: Belém N, editora. Pneumologia. 4a ed. São Paulo: Ateneu; 1995. pág. 379-448.

Anais de Congressos:
Santos MA, Makibara RN, Formentin FS, Costa JS, Santana JRP, Moreira RS, et al. Coinfecção HIV/tuberculose: o panorama no estado de Sergipe nos últimos 10 anos [Internet]. In: Doenças urbanas e mundiais. 52º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical; 21-24 ago 2016 [acessado em 22 out 2020], Maceió, AL. Disponível em:  http://www.sbmt.org.br/medtrop2016/wp-content/uploads/2016/12/8055-Coinfecc%CC%A7a%CC%83o-HIV-tuberculose-o-panorama-no-estado-de-Sergipe-nos-u%CC%81ltimos-10-anos.pdf.

ou

Rice AS, Farquhar-Smith WP, Bridges D, Brooks JW. Canabinóides e dor. Anais do 10º Congresso Mundial sobre Dor; 17 a 22 de agosto de 2002; San Diego, Califórnia. Seattle (WA): IASP Press; c2003. pág. 437-68.

Teses/dissertações:
Figueiredo RCPS. Estudo da utilização do método bacteriológico no diagnóstico da tuberculose pulmonar no município de Taubaté, S. Paulo [dissertação]. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo; 1996.

Publicações oficiais:
Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de recomendações para o controle da tuberculose no Brasil. 2a ed. Brasília: MS; 2019. [acessado em 23 nov 2025]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/svsa/tuberculose/manual-de-recomendacoes-e-controle-da-tuberculose-no-brasil-2a-ed.pdf/view

3.4.4. Quanto ao uso de ferramentas de Inteligência Artificial (IA): 
o uso de aplicativos como o ChatGPT ou outros similares, seja para escrever, traduzir, revisar ou editar manuscritos acadêmicos apresenta desafios éticos para pesquisadores e periódicos. O uso de IA não é intrinsecamente antiético e depende, sobretudo, do ser humano assumir a responsabilidade pelo que foi transcrito e garantir o cumprimento das regulamentações (texto adaptado de SPINAK E. Inteligência Artificial e a comunicação da pesquisa [online]. SciELO em Perspectiva, 2023 [acessado em 5 nov 2023]. Disponível em:  https://blog.scielo.org/blog/2023/08/30/inteligencia-artificial-ea-comunicacao-da-pesquisa/).

A Revista INFECTOLOGIA EM EVIDÊNCIA não proíbe o uso de aplicativos de Inteligência Artificial (AI) para a redação dos manuscritos indicados para publicação, no entanto exige que, se for o caso, o nome da ferramenta de IA e como ela foi utilizada esteja explicitado como observação, no final da lista de referências bibliográficas.

3.5. IMAGENS, GRÁFICOS E TABELAS

Em conformidade com sua citação ao longo do texto, gráficos e tabelas  devem ser inseridos no texto principal, enquanto imagens devem ser anexadas individualmente (além de serem devidamente citadas no texto), em arquivo separado do manuscrito. O número total de figuras, ilustrações e/ou tabelas não deve ser superior a 6 (seis).

As figuras deverão ser preferencialmente anexadas no formato .JPEG (leia no site algumas "dicas sobre imagens"). As tabelas deverão ser incluídas ao longo do manuscrito ou eventualmente anexadas no formato .DOC, porém não como figuras, imagens ou em .PDF não editável. As legendas deverão acompanhar as respectivas imagens (fotografias e ilustrações) ou tabelas. Cada legenda deve ser numerada em algarismos arábicos, correspondendo às suas citações ao longo do texto (p.ex. Figura 3). Todas as abreviaturas e siglas empregadas nas figuras e tabelas devem ser definidas por extenso abaixo das mesmas. As grandeszas, unidades e símbolos devem obedecer às normas nacionais correspondentes (http://www.abnt.org.br).

3.6. 
Segue uma tabela com as principais definições dos limites a serem seguidos na elaboração de artigos encaminhados para publicação na revista eletrônica  INFECTOLOGIA EM EVIDÊNCIA - Relatos de Casos:

LIMTES:

Número máximo de autores

6

Número máximo de palavras do Resumo

200

Número máximo de palavras do Manuscrito
(Introdução, Relato do Caso, Discussão e Conclusão)

2.000

Número máximo de referências

20

Número máximo de figuras e/ou tabelas

6

4. OUTROS DOCUMENTOS

No caso de outros arquivos precisarem ser anexados e não se encaixarem em alguma das categorias elencadas acima (como por exemplo cartas e recomendações ao Editor-Chefe), estes devem ser formatados como arquivos em .doc ou em .pdf.

5. OUTRAS INFORMAÇÕES 

Todos os manuscritos, após o envio, serão inicialmente avaliados pelo Editor-Chefe ou algum Editor Associado para depois serem encaminhados aos pareceristas especializados na temática, sendo o anonimato garantido em todo o processo de julgamento na Revisão por Pares. 

Cada artigo irá receber um número de cadastro interno, exclusivo da revista eletrônica INFECTOLOGIA EM EVIDÊNCIA – Relatos de Casos , fornecido pelo próprio sistema online para facilitar sua identificação ao longo do processo de aprovação. A ordem cronológica da publicação dos artigos aprovados, entretanto, não respeitará esta sequência, pois esta determinação cabe unicamente ao Editor-Chefe.

Revista  reserva-se o direito de efetuar melhorias nos artigos aceitos, como por exemplo eventuais adaptações de estilo, revisões gramaticais e rearranjos didáticos, sob o compromisso profissional de sempre submeter a versão final à aprovação dos autores antes de sua efetiva publicação.